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Prova de Conceito

Histórico de Versões
Data Responsável(eis) Descrição Versão
05/05/2024 Paulo Gonçalves Adicionado a POC de Software, Estrutura 0.1
05/05/2024 Paulo Gonçalves e Rafael Berto Ajustes propostos no merge request 0.2
05/05/2024 Renan Girão Ajustes propostos no merge request 0.3
07/05/2024 Felipe Andrade Ajustes na formatação e numeração das figuras 0.4
20/06/2024 Matheus Costa Correções gerais no documento 1.0

POC Da Estrutura

A estrutura foi elaborada de acordo com a necessidade do nosso produto de fazer com que os grãos do silo não fiquem úmidos, para isso deve-se secá-los com o ar quente. No projeto, há um motor que faz o ar passar por uma resistência. O objetivo é fazer com que os grãos atinjam a temperatura de cerca de 48°C (321K), sendo recomendado não ultrapassar esse valor.

Para verificar o vídeo de demonstração do teste da temperatura máxima basta clicar aqui.

A estrutura da prova de conceito é delineada nas seguintes seções:

Figura 1: Modelo completo 3D

Modelo completo 3D

Fonte: Autor

Figura 2: Simulação do ar passando da haste para o silo

Simulação

Fonte: Autor

Foi realizada uma simulação da haste dentro do silo de modo que este foi simulado como um meio poroso, os quais são necessários os valores de porosidade (Zhang, Ghaly, & Li, 2012), no valor de 0,58. Além disso, para a simulação foram utilizados os dados de velocidade de entrada e de temperatura calculados analiticamente.

A geometria da simulação foi simplificada em duas regiões, uma referente à haste com o material selecionado sendo o ar e outra referente à parte do silo em que estão localizados os grãos. A transição do ar quente para os grãos, na simulação, acontece como se toda a haste tivesse orifícios que permitem a passagem do ar para os grãos, assim, toda a parte da região de ar pode fluir para a região porosa.

Figura 3: Geometria utilizada na simulação

Simulação

Essas regiões foram seccionadas em quatro partes simétricas, a fim de que a simulação ocorra com menos exigência computacional e possa permitir uma maior precisão nos resultados, visto que dessa forma podemos contornar o problema da licença estudantil do software utilizado não permitir uma precisão tão boa quando utilizadas geometrias grandes.

Após a definição da geometria, foi implementada uma malha que respeitasse o limite da versão estudantil do software utilizado. O limite estudantil é de 1 milhão de elementos, mas foram utilizados 892.143 elementos.

Figura 4: Malha utilizada na simulação

Simulação

Com a geometria e a malha feita, foram escolhidas as condições de contorno já apresentadas, com o ar entrando pela haste a uma temperatura de 333 K, passando pelo silo inicialmente a uma temperatura de 300 K.

Figura 5: Condições de Contorno

Simulação

POC De Software

A avaliação do software foi conduzida conforme a arquitetura estabelecida (que se encontra mais detalhada no documento de arquitetura de software) e, por meio de algumas simulações, resultou nos seguintes painéis e processos operacionais:

Figura 6: Painel EMQX

Painel EMQX

Fonte: Elaborado pelo autor em EMQX

A Figura 6 apresenta as conexões dos sensores, utilizando a comunicação MQTT (Message Queuing Telemetry Transport).

Figura 7: Painel de Conexões EMQX

Painel de Conexões EMQX

Fonte: Elaborado pelo autor em EMQX

A Figura 7 apresenta um resumo do número de sensores atualmente conectados ao broker MQTT.

Figura 8: Painel de Mensagens EMQX

Painel de Mensagens EMQX

Fonte: Elaborado pelo autor em EMQX

A Figura 8 fornece um resumo da quantidade de mensagens enviadas pelos sensores, bem como a quantidade de bytes enviados.

Figura 9: Painel de Conexão EMQX com Kafka

Painel de Conexão EMQX com Kafka

Fonte: Elaborado pelo autor em EMQX

A Figura 9 exibe a conexão com o Kafka e as métricas relacionadas, como o número de mensagens enviadas para processamento, a quantidade de envios com sucesso, falha e as tentativas de reenvio.

Figura 10: Armazenamento de Mensagens Kafka no Minio

Armazenamento de Mensagens Kafka no Minio

Fonte: Elaborado pelo autor em Minio

A Figura 10 apresenta as mensagens dos sensores sendo persistidas no Minio para processamento em lote em etapas posteriores.

Figura 11: Fluxo de Processamento no Airflow

Fluxo de Processamento no Airflow

Fonte: Elaborado pelo autor em Airflow

A Figura 11 mostra o esquema de um pipeline para processar os dados persistidos no Minio, tornando-os disponíveis para o software de visualização, o Metabase.

Figura 12: Dados Processados no Postgres

Dados Processados no Postgres

Fonte: Elaborado pelo autor em Postgres

A Figura 12 apresenta uma tabela no PostgreSQL que armazena os dados processados pelo Airflow e os disponibiliza para o Metabase para visualização.

Figura 13: Exemplo de Painel no Metabase

Exemplo de Painel no Metabase

Fonte: Elaborado pelo autor em Metabase

Por fim, a Figura 13 traz uma visualização de como os dados coletados estariam dispostos na interface do Metabase.